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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Diretores da Sýndreams, Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli foram painelistas no SENAI – Mogi Guaçu

Por Sýndreams

Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli participaram como painelistas no painel sobre IoT e Indústria 4.0, dia 16 de outubro, no SENAI em Mogi Guaçu. O painel faz parte das ações do CIESP – NJE (Centro da Indústria do Estado de São Paulo – Núcleo Jovem Empreendedor).

Além de Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli, diretores da Sýndreams, participaram do painel Giovani Machado, diretor da Teknova e Ricardo Tafas, especialista em gestão de P&D e Inovação na Repo Consultoria e Outsourcing.



No bate papo os painelistas discutiram os meios necessários para iniciar os processos de IoT e Indústria 4.0 nas empresas, qual o tipo de profissional que atende a estas necessidades, quais as tecnologias se adaptam a cada negócio e todo o necessário para fazer destes temas realidade nas empresas.

A seguir, algumas fotos do evento.





segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Tema do Mesa São Paulo 2019 será Cozinha de Transição: novos significados para um planeta em mutação

Por Sýndreams


A Chef Andreia Pimentel, parceira e mentora da Sýndreams, fará palestra de tendência no Mesa São Paulo 2019.

O tema da palestra será “Insetos: a entomofagia não é futuro, é agora!”.

O objetivo da palestra será apresentar aos presentes a possibilidade do uso de insetos na alta gastronomia, bem como as tendências e os números do mercado.

Sandra Elisabeth dividirá o palco com a Chef Andreia Pimentel para falar das tendências e a Chef Andreia Pimentel promete que haverá degustação de insetos para quem desejar!



O Mesa São Paulo 2019 é um dos eventos mais aguardados da gastronomia e acontecerá de 24 a 27 de outubro, no Memorial da América Latina.



segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Trilha da Inovação: Inovação no Mundo

Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer


O mundo está em constante mudança! As pessoas estão mudando seus hábitos de consumo e de convivência. Estas mudanças muitas vezes chocam os mais conservadores ou os que não conseguem acompanhar as inovações presentes no nosso dia a dia.

Os avanços tecnológicos colocaram a Inteligência Artificial a disposição de qualquer pessoa, na palma da mão delas.

Apesar de sabermos disto, os dados do GII 2019 apontam que houve uma desaceleração no processo de inovação no mundo devido a dois fatores importantes: a. crise econômica mundial que faz com que as empresas diminuam seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento e b. a adoção desigual de inovação no mundo, ou seja, enquanto em alguns países se discute novas formas de se ir para a Lua, outros ainda precisam resolver questões mais urgentes como a fome.

O GII 2019 comparou as despesas mundiais em pesquisa e desenvolvimento entre os anos de 1996, 2006 e 2017, e foi possível verificar que com exceção da China, os demais países tem investido muito pouco (proporcionalmente) em inovações.

Figura 01: Comparação das despesas mundiais em pesquisa e desenvolvimento entre os anos de 1996, 2006 e 2017

Fonte: GII, 2019, p. 4
Nas grandes economias, em 20 anos, houve um crescimento de aproximadamente 90% nos investimentos em inovação. Porém, nos países de economias médias, como o Brasil (sem a China) é possível identificar um aumento médio de 195% nos investimentos em inovação.


É claro que se compararmos os números reais, ainda é muito pouco o que se investe em inovação nos países de economias médias!

O assustador é o quanto a China vem investindo em inovação!

Em 1996 ela investia em média 17 milhões de dólares em inovação. 20 anos mais tarde, ela passou a investir 403 milhões de dólares em projetos inovadores. Um aumento de aproximadamente 2.370% nos investimentos.

Se continuarmos neste patamar de investimentos em inovações, em breve teremos uma China muito mais fortalecida e com produtos de altíssima qualidade. Olhar para este gráfico e entende-lo do ponto de vista econômico e industrial justifica as ações e preocupações dos Estados Unidos em relação à China.

Inovar é mais do que apenas desenvolver novos nomes para a Inteligência Artificial do seu aplicativo, é criar e desenvolver coisas que ainda não existem e que as pessoas pagarão para ter!

Investir em pesquisa e desenvolvimento é o primeiro passo para um país impulsionar a inovação, e assim melhorar sua competitividade internacional.


REFERÊNCIAS

GII. History Of The Global Innovation Index. Global Innovation Index. Disponível em https://www.globalinnovationindex.org/about-gii#history. Acesso em 24 ago. 2019



segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Campinas: Ranking Connected Smart Cities 2019

por Stéfano Carnevalli

A cidade de Campinas, interior de São Paulo, ficou em 1º lugar no ranking Connected Smart Cities 2019.  Com objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, o Ranking, elaborado pela Urban Systems, traz indicadores que qualificam as cidades mais inteligentes do País.

CSC Ranking Connected Smart Cities elaborado pela Urban Systems Brasil

No ranking Campinas (SP) é reconhecida por ser polo universitário, polo tecnológico, polo de
inovação e região industrial com forte apelo logístico e de distribuição:
• 1ª no recorte de Economia.
• 1ª no recorte de Tecnologia e Inovação.
• 2ª no recorte de Empreendedorismo.
• 3ª no recorte de Governança.
• 4ª no recorte de mobilidade e acessibilidade.

Esse destaque é acompanhado pela Sýndreams Aceleradora de startups e empresas que contribuiu com a pesquisa que além da cidade de Campinas, destacam-se ainda as cidades de Piracicaba, Valinhos, Vinhedo, Americana, Limeira, Rio Claro, Paulinha, Hortolândia, Indaiatuba, Araras e Jaguariúna.



Para os investidores parceiros da Sýndreams, esses são indicadores importantes, pois refletem em novos potenciais de mercado, principalmente nas áreas de Inovação Industrial, Economia Criativa e Agronegócio.

O Ranking é composto por 11 eixos temáticos e 70 indicadores que se conectam entre si, apontam relevância em mais de um eixo analisado. Verificando o indicador empreendorismo, percebe-se um aumento em relação aos anos anteriores, o que mostra o protagonismo das cidades em gerar novas empresas e startups.



Estar presente na cidade de Campinas é estratégico para a Sýndreams Aceleradora que está buscando parceiros internacionais para ampliar a sua atuação e potencializar novas startups na região.

Confira o relatório Connected Smart Cities 2019 completo, acessando:

https://conteudo.urbansystems.com.br/csc_urban_atual


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Resumo do mês de agosto e setembro

Por Sýndreams


Os meses de agosto e setembro foram bem movimentados para a diretora da Sýndreams – Sandra Elisabeth.

Durante este período ela ministrou oficinas e palestras no interior de São Paulo!

No dia 30 de agosto aconteceu a palestra “Planejamento Estratégico Lean” no 4º EPEP – Encontro Paulista de Engenharia de Produção em Marília, onde falou para mais de 300 pessoas!

No dia 02 de setembro foi a vez de Bragança Paulista receber Sandra Elisabeth com a oficina de Modelo de Negócios Pessoal, realizada para os alunos de Engenharias da Universidade São Francisco, onde Sandra Elisabeth também é professora!

Já nos dias 03 e 04, ela realizou a oficina Criando produtos inovadores com a metodologia lean em Campinas e Itatiba, respectivamente, como parte do I CCET (Congresso de Ciências Exatas e Tecnológicas) promovido pela Universidade São Francisco.

A seguir algumas fotos dos eventos que contaram com a participação de Sandra Elisabeth!

















segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Startups x empreendedores x sucesso: como unir para conquistar?

Por Sandra Elisabeth


Uma startup de sucesso é aquela que validou seu produto, serviço e modelo de negócios no mercado e está ganhando dinheiro com suas vendas!


É claro que para isto acontecer é necessário preparo e disciplina por parte dos empreendedores e planejamento por parte da startup.

Sem estes itens é difícil sobreviver na atual conjuntura economica e de concorrência, já que a todo momento surgem novas tecnologias e produtos, não é mais possível “filosofar” se uma ideia será ou não boa, se vai ou não dar certo!


É preciso colocar a “mão na massa”, criar e testar no mercado para validar a ideia que se teve. Este processo tem que durar no máximo três meses! Qualquer coisa superior a este prazo corre o risco de morrer prematuro ou ainda de ser engolido pela concorrência!

Não faz muito tempo, um aluno me questionou sobre uma tecnologia específica que “poderia” existir para facilitar a vida dele! Uma semana depois, eu recebi um e-mail de apresentação de uma startup que já estava desenvolvendo tal tecnologia!

Se tudo acontece muito rápido, o planejamento também o deve ser, ou seja, continuamos precisando nos planejar, porém com mais velocidade e acertividade.



O Planejamento Estratégico Lean (uma junção do Lean Startup, Análise SWOT, Canvas, MVP, 5W2H e Orçamento Financeiro) oferece a possibilidade de planejar e executar o planejado em três meses, devido as etapas acontecerem simultaneamente.

Este modelo é testado e validado continuamente nas startups e empresas que passam pelo processo de pré-aceleração e aceleração da Sýndreams Aceleradora. O objetivo é bem claro: ao final do processo de pré-aceleração é obrigatório ter-se um produto ou serviço para vender. Já na aceleração, o objetivo é a startup ter ganhado tração!

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Trilha da Inovação: Inovação no Brasil


Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer


Em julho de 2019 foi publicado o Índice Global de Inovação (IGI), uma pesquisa publicada anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que tem como objetivo capturar as facetas multidimensionais da inovação e fornecer as ferramentas que podem ajudar na adaptação de políticas para promover o crescimento do produto a longo prazo, melhor produtividade e crescimento do emprego (GII, 2019). 

O relatório de 2019 mostrou que o Brasil caiu 2 posições de 2018 para 2019, estando na 66ª posição e perdendo para países como Uruguai (62ª) e Chile (51ª). Esta posição do Brasil, significa que o Brasil recebeu uma nota de 33,82; o Uruguai 34,32 e o Chile 36,64 de uma possibilidade de 0-100. O primeiro colocado neste Ranking foi a Suíça com 67,24 pontos e uma nota de 67,24.

Mas porque o Brasil caiu duas posições em tão pouco tempo? Devido a piora na avaliação dos insumos para inovação, que são o conjunto de ferramentas disponíveis no país para o desenvolvimento da inovação, que de acordo com o Relatório de Índice Global de Inovação, trata-se de:

1. Existência de uma relação positiva e estatisticamente significativa entre o tamanho da economia e o desempenho da inovação que indica essa escala e, portanto, um grande mercado que é capaz de sustentar as atividades de inovação com a demanda da inovação.
2. Economias com uma cesta de exportação diversificada que se estende além de algumas commodities são mais inovadoras.

Porém, nem tudo está perdido, o Brasil tem avançado nos resultados da inovação, saindo da posição 70º para a 67º, significando que melhorou a qualidade da inovação, medido por qualidade das universidades locais, internacionalização das invenções e qualidade de publicações científicas.

Perceba que a inovação perpassa pelo sistema educacional e de pesquisa acadêmica, o qual precisa ser reconhecido e buscado pelas empresas e startups para ampliar os resultados de desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

No atual momento econômico e histórico que vivemos inovar passa a ser decisivo para o crescimento e desenvolvimento de um país, empresa ou startup; e para o Brasil não é diferente.

Após uma leitura atenta ao Índice Global de Desenvolvimento fica claro que diferente do que o senso comum pode pensar, mudar o cenário de inovação do Brasil não é uma tarefa apenas das empresas, mas também das políticas públicas, que podem impulsioná-las investindo em educação, pesquisa e desenvolvimento.


REFERÊNCIAS

Cornell University, INSEAD, and WIPO. The Global Innovation Index 2019: Creating Healthy Lives—The Future of Medical Innovation. Ithaca, Fontainebleau, and Geneva, 2019. Disponível em https://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_gii_2019.pdf. Acesso em 24 ago 2019.

GII. History Of The Global Innovation Index. Global Innovation Index. Disponível em https://www.globalinnovationindex.org/about-gii#history. Acesso em 24 ago. 2019

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Sandra Elisabeth faz palestra do 4º EPEP – Encontro Paulista de Engenharia de Produção

Por Sýndreams

O 4º. Encontro Paulista de Engenharia de Produção promovido pela Associação Paulista de Engenharia de Produção (SPepro) tem como objetivo debater os assuntos recentes e relevantes sobre o tema “Startups, Inovação e Engenharia de Produção”.

E nossa sócia diretora foi convidada para falar sobre “Planejamento estratégico lean”.

Durante a palestra Sandra Elisabeth ressaltou que uma “Startup precisa descobrir a coisa certa a se criar, que os clientes pagarão para ter” e que para isto acontecer é necessário planejar, porém sem perder tempo e com o mínimo recurso disponível, pois caso algo dê errado a startup tem tempo e fôlego financeiro para recomeçar, pivotar ou mesmo parar o empreendimento.

Para auxiliar neste processo, Sandra Elisabeth apresentou a ferramenta do Canvas MVP, que auxilia no desenvolvimento do produto mínimo viável, baseando-se no Business Model Canvas.

A seguir, algumas fotos do evento:













segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Empreendedorismo: a nova profissão do futuro!


Por Sandra Elisabeth

Insisto em dizer que o empreendedorismo será a nova grande profissão do futuro!

Isto porque com o avanço da tecnologia muitos trabalhos serão extintos e substituídos por outros, que exigirão menos mão de obra humana.


O site americano ''Will Robots Take My Job?'' ou ''Robôs vão tirar meu emprego?'' em uma tradução livre, mostra o tamanho do risco do trabalho ser substituído por robôs.

Significa que no futuro (próximo) cada um de nós terá que criar seu próprio emprego, sua própria fonte de receita.

Ora, criar seu próprio emprego e renda é empreender!

E mesmo em setores com alto crescimento, o que se tem percebido no mercado é uma ampliação dos investimentos das grandes empresas em startups para conseguirem inovar mais rapidamente e ganhar competitividade no mercado.

Portanto, independentemente do curso que você faz, da qualificação profissional que você tem, se não estiver pensando em empreender, descubra qual a tendência de sua área de atuação e acompanhe as inovações e modificações para não ficar sem emprego no futuro.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Ambientes de Inovação e Startups

Por Sýndreams

Na última quinta-feira (15/08) a sócia diretora da Sýndreams e Assessora do Curso de Engenharia de Produção da USF, Sandra Elisabeth, realizou a palestra de encerramento do I Encontro SENAI “Roberto Mange” de Inovação, Propriedade Intelectual e Novas Tecnologias.

O objetivo principal do evento foi apresentar as possibilidades de inovação que as indústrias e empresas têm e como o SENAI pode auxiliá-las nesta jornada.

Sandra Elisabeth frisou em sua palestra a importância das empresas se aproximarem das Startups para desenvolverem inovações abertas ou até mesmo ‘pensarem’ como Startups.

O maior benefício da aproximação entre Startups e Indústrias é a junção da flexibilidade e agilidade das Startups com os conhecimentos e expertises da Indústria.

Abaixo algumas fotos do evento!


Fábio Toshio Ueno

Rodolfo Oliveira

Gabriel Panicci

Sandra Elisabeth

Sandra Elisabeth; Fábio Toshio Ueno e Gabriel Panicci

Fábio Toshio Ueno entregando mimo à palestrante Sandra Elisabeth

Sandra Elisabeth

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Quando o retrabalho acontece?

Por Sandra Elisabeth


A indústria trabalha diariamente para diminuir o retrabalho, já que o resultado deste é aumento no custo!

Porém, o retrabalho acontece em todos os setores da economia e de negócios.

A área mais comum de haver retrabalhos é no setor de serviços, devido a dificuldade de padronização inerente ao tipo de negócio.

Mas, porque o retrabalho acontece?

O motivo mais comum para isto acontecer é a falta de planejamento!

Parece óbvio “planejar”, mas nem sempre isto acontece.

Muitas vezes começamos o trabalho ou atividade, planejamos o cronograma, mas nos esquecemos de pensar o objetivo final do que está sendo feito e não prevemos os prováveis cenários ou mudanças que podem acontecer!

Uma ferramenta que pode ajudar e muito é o Business Model Canvas!

Mesmo que seu empreendimento já esteja rodando, que você já sabe qual é a atividade final, quem é o cliente, etc. recomendo que elabore um Canvas exclusivo para a atividade que está desenvolvendo.

Serão duas ou três horas pensando sobre o projeto que lhe pouparão muito retrabalho!

Recentemente participei de um projeto em que precisei refazer todo o trabalho, TODO MESMO! Aconteceram três alterações durante o processo, que no final resultou no retrabalho completo.

Tudo porque não se tinha informações suficientes para a elaboração do projeto, apenas a data final de entrega e um benchmarking mal elaborado, já que a ideia inicial era “copiar” algo de quem já fazia, sem responder perguntas simples:
  • Quem será o cliente do projeto?
  • Quais são as propostas de valores destes clientes?
  • Como o projeto ganha dinheiro?
  • A empresa em que o benchmarking foi feito atende os mesmos clientes com os mesmos valores e mesmos objetivos?
  • Para atender os valores dos clientes quais as atividades precisamos fazer?
  • Para atender os valores dos clientes quais os recursos precisamos ter?
  • Quais os custos envolvidos?
  • Quem serão os parceiros que poderão auxiliar no projeto?

Eu não me importei em refazer, já que vou ganhar duas vezes! Mas quem pagou, poderia ter economizado o dinheiro e o tempo! Já que devido o retrabalho o projeto teve um atraso de 4 meses!

Portanto, cuidado: todo o projeto,  produto, serviço, antes de se iniciar precisa de planejamento!

Minha dica é usar o Canvas, que é uma ferramenta simples e pode antecipar as provaveis falhas e diminuindo a probabilidade de retrabalho!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Trilha da Inovação: Indústria 4.0 e o Agronegócios

Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer


O termo Indústria 4.0 foi cunhado pela primeira vez na Alemanha em 2011 e se refere a Quarta Revolução Industrial pela qual passamos neste momento.

A contagem de Revoluções Industriais começou no século XVIII, com a Primeira Revolução Industrial, momento em que surgem as primeiras máquinas à vapor e a população saí do campo  e vai para as cidades trabalhar nas fábricas.




Noventa anos anos após a Primeira Revolução Industrial, surge a Segunda Revolução Industrial, que inclusive é amplamente estudada nas disciplinas de história e geografia pelo impacto gerado em todas as áreas da sociedade, incluindo artes, literatura, economia, etc.

A Terceira Revolução Industrial, como observado na figura 01, aconteceu em 1970, cem anos após a Segunda Revolução Industrial e diferente das duas primeiras trouxe transformações quase que exclusivamente para o setor produtivo.

E quarenta anos após a Terceira Revolução Industrial, surge a Quarta Revolução Industrial, com impactos significativos em toda a sociedade, assim como foi a Segunda Revolução Industrial.

Porém, diferente do que aconteceu no passado, a Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0 trás consigo muita tecnologia para ser aplicada no campo, melhorando a vida do produtos rural e fazendo com que os jovens permaneçam em suas terras, buscando inovar nas áreas que já conhecem.

Faz parte deste cenário as máquinas agrícolas com Inteligência Artificial, como por exemplo soluções de pesagem de carga com a máquina em movimento podendo os dados serem acessados remotamente para gerenciamento da produtividade (CATERPILLAR, 2019).

Ou ainda soluções de máquinas e equipamentos autônomos ou semiautônos, com controle remoto, além dos que contam com a combinação de dados de projeto digitais, orientação na cabine e controles automáticos (CATERPILLAR, 2019).
Mais do que tecnologia embarcada em máquinas, o campo conta ainda com equipamentos que auxiliam no gerenciamento de água, nivelamento; aplicações de insumos; monitoramento e rastreamento, gerando documentações que auxiliam nas tomadas de decisões, bem como na produtividade e qualidade do que se pode ser produzido (JOHN DEERE, 2019).

O impacto da Indústria 4.0 no agronegócios é notório! Vivemos a conectividade máquina-homem-natureza, que trás benefícios para todos os envolvidos ao longo da cadeia produtiva do agronegócios (NOVELLI TU, 2017).

Investir em inovações no campo é garantir uma balança comercial saudável no Brasil, já que este setor é o responsável pela maior parte das exportações, chegando a US$ 101,7 bilhões em 2018 (Reuters, 2019).
  
REFERENCIAL

CATERPILLAR. Tecnologia. Disponível em https://www.cat.com/pt_BR/products/new/technology/payload.html. Acesso em 28 jun 2019.

JOHN DEERE. Soluções para operações no campo. Disponível em https://www.deere.com.br/pt/tecnologia-de-produtos/agricultura-de-precis%C3%A3o/solu%C3%A7%C3%B5es-para-opera%C3%A7%C3%B5es-no-campo/. Acesso em 28 jun 2019.

NOVELLI TU, Natan. Agronegócio: a aplicação da indústria 4.0 na melhora da produtividade e rendimento. USP AUN – Agência Universitária de Notícias USP. Ciência e Tecnologia, Economia e Política. Publicado em 20 jun 2017. Disponível em https://paineira.usp.br/aun/index.php/2017/06/29/agronegocio-a-aplicacao-da-industria-4-0-na-melhora-da-produtividade-e-rendimento/. Acesso em 28 jun 2019.

 

REUTERS. Exportação do agronegócio do Brasil atinge recorde de US$ 101,7 bi em 2018, diz governo. G1.com. Agro. Publicado em 18 jan 2019. Disponível em https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2019/01/18/exportacao-do-agronegocio-do-brasil-atinge-recorde-de-us1017-bi-em-2018-diz-governo.ghtml. Acesso em 28 jun 2019.

 


segunda-feira, 22 de julho de 2019

Economia Criativa, Inovação Industrial e Agronegócios

Por Sýndreams Aceleradora


A Sýndreams Aceleradora de Startups e Empresas é uma das poucas aceleradoras no Brasil que atua em setores reconhecidamente industriais.


Nossa área de atuação começa com Economia Criativa, englobando Moda e toda a indústria têxtil e de confecção; Gastronomia; Cultura; Turismo; Designer de Produtos; Publicidade e Propaganda e claro as áreas de Desenvolvimento de Software.

Em Inovação Industrial, atendemos startups e empresas que desenvolveram produtos (físicos) e serviços diferenciados, que agregam valor a cadeia industrial e podem diminuir custos ou aumentar lucros na indústria. Inovações que estão conectadas com o novo ambiente exponencial e novos conceitos da Indústria 4.0.




Atuamos também na área de agronegócios, envolvendo desde soluções de IoT para o campo até formas inovadoras de produção de alimentos, plantio, irrigação, geração de energia, entre outros.

O que gostamos mesmo é de atuar com produtos físicos, algo que estava no papel e depois vira realidade palpável, tocável, que pode ser produzida em pequena ou grande escala, não importa! Queremos movimentar a economia industrial e gerar empregos nas fábricas nacionais.

Somos uma das poucas aceleradoras que investem nestas áreas, pois o retorno financeiro é mais lento do que os negócios envolvendo apenas softwares e há menos dinheiro de investidores neste mercado.

Porém, apesar dos riscos somos uma aceleradora que investe no potencial destes empreendimentos no Brasil e sabemos que temos muito espaço de crescimento e muitos desafios que ainda precisam de solução interna.


Assim, continuamos apostando no desenvolvimento interno e em startups que podem além de produzir inovação nacional exportar as soluções criadas no Brasil.

A Sýndreams Aceleradora acredita na força da Indústria Nacional desde 2012 e por isso desenvolveu um programa específico para as pequenas e médias industriais, para que consigam superar os desafios e atingir o modelo da Indústria 4.0.

Se você empreendedor (empresário) atua em uma destas áreas (economia criativa, inovação industrial ou agronegócios) sinta-se a vontade para agendar uma reunião conosco e conversar mais sobre as possibilidades de inovação e investimento para seu empreendimento.

Esperamos por vocês!