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Definindo a cadeia de valor em uma startup

Por Sandra Elisabeth Todo cliente compra valor, benefícios! Sendo assim, o objetivo das empresas deve ser desenvolver e entregar valor! Parece simples, mas não é! Certa vez, em uma visita técnica à uma empresa reconhecida por sua política de proteção ao meio ambiente, ouvi um dos visitantes questionando a quantidade de ônibus, movidos à diesel, no estacionamento da empresa (estes ônibus eram usados para levar os colaboradores de casa para o trabalho). Pois bem, é claro que esta pergunta ficou sem resposta! Mas serviu para deixar claro que o cliente que compra “proteção ao meio ambiente” quer ter a certeza de que está pagando por algo real, do começo ao fim. Este do “começo ao fim” é conhecido como cadeia de valor, ou seja, o conjunto das atividades executadas por uma empresa para desenvolver, produzir bens e serviços, comercializá-los e entregá-los aos clientes (segundo Rocha, Ferreira e Silva, 2012). Para definir a cadeia de valor de uma empresa é necessári...

O foco e a persistência

Por Sandra Elisabeth Hoje vou contar uma história real, que aconteceu comigo logo no início da minha carreira e que me ajudou a entender a importância da persistência com foco.   Comecei a trabalhar com 17 anos em uma escola de informática e idiomas do bairro onde morava. Meu objetivo enquanto funcionário era trazer alunos para a escola. Um dia eu tive a ideia de fazer algumas parcerias com empresas e colégios da região, onde meu público alvo estava. E assim o fiz. Preparei todo o material de comunicação da escola, ensaiei o discurso, liguei nas empresas e colégios para agendar a visita e fui! Nos 6 primeiros meses tive muito mais “nãos” do que “sins”. Fui aprendendo com o feedback das pessoas que me atendiam e que não me atendiam. Tomei “chá de cadeira” muitas vezes. Vivenciei a experiência de quem agendou a conversa dizer que não ia me atender porque eu não havia agendado!!! E assim passou mais 6 meses... Eu acreditava que as parcerias iriam traze...

Trabalhar em grupo ou formar equipes?

Por Sandra Elisabeth Esta parece ser uma pergunta ambígua, alguns talvez responderiam que tanto faz já que grupo e equipe são praticamente sinônimos!!! Eu particularmente prefiro formar equipes, pois equipes são muito mais produtivas que grupos. Explico: Grupos e equipes são diferentes. Nos grupos as pessoas trabalham individualmente em prol de um objetivo. Exemplo : o professor pede um trabalho para um grupo de alunos, estes rapidamente dividem em partes e cada um faz sua parte. Depois, todos os alunos encaminham suas partes para um único aluno “juntar” e então entregam o “Frankstein” para o professor. O que estes alunos aprenderam? Cada um aprendeu uma parte. Já corrigi trabalhos feitos em grupo por alunos em que uma parte inteira está errada e os alunos se perguntam: quem fez essa parte? Porque você não viu que estava errado? Etc.. Já as equipes trabalham em conjunto para atingir o objetivo. Exemplo : no mesmo modelo citado anteriormente estes alun...

Concorrente é referencial e não ameaça!

Por Sandra Elisabeth Na administração ouvimos com certa frequência que concorrente bom é concorrente morto! Mas porque? Porque se não houver concorrente não há referencia, ou seja, o cliente não consegue comparar atendimento, produto, serviço, etc. simplesmente por não haver outro com quem fazer. Então vamos sair “matando” os concorrentes? NÃO! Pelo contrário, ter concorrentes facilita a comunicação com os clientes, pois eles sabem que existe este produto ou serviço, ajuda a construir mercado, a desenvolver fornecedores, a criar legislações de apoio... enfim é muito mais positivo que negativo. Agora, se o seu concorrente está te incomodando tanto, já parou para pensar que na verdade o problema é com você? Sim, se seu cliente prefere comprar do seu concorrente o que ele, concorrente, está oferecendo de benefícios que fez o cliente ter esta escolha? Se é o preço que atraí o cliente, será que seu concorrente conseguiu uma negociação melhor com o fornecedor? Você não c...