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terça-feira, 7 de agosto de 2018

O eCommerce para empreender

Por Nivaldo J Silva


Quando pensamos em abrir um negócio, já imaginamos em abrir uma loja física ou montar uma indústria de um produto inovador. Em muitas situações o investimento é de valor alto e com grande risco e temos que encontrar uma outra ideia de negócio.

Uma boa opção é investir em venda online, existem muitas opções de vendas pela internet, vou apresentar algumas e deixar os links no blog para aprofundarem a busca do conhecimento.

A maneira inicial mais simples é vender produtos pelo Mercado Livre, é importante desenvolver uma parceria com algum fabricante ou distribuidor de um produto e vender oferecendo um valor que permita um lucro para sua empresa. Em várias palestras que assisti neste ano, a maioria absoluta ressalta que devemos trabalhar com o estoque do fabricante, pois, no começo não se sabe qual produto venderá mais ou menos.

Ao iniciar suas vendas no Mercado Livre, é interessante desenvolver um site próprio com o nome do seu negócio, com isso passa uma credibilidade maior para o cliente, divulgando uma foto com o logo da sua loja nas fotos dos produtos. Existem algumas opções no mercado com planos iniciais gratuitos. Um deles é a LojaIntegrada que oferece vários recursos no pacote free.

Os Marketplaces são locais onde você vende seu produto, paga uma taxa pela venda, mas o investimento inicial é zero, os principais são:
Mercado Livre
Magalu (magazine luiza)
Americanas.com (B2W)
Via Varejo
Amazon

O mercado mudou muito e os consumidores atuais vão até as lojas com seus celulares e consultam os preços dos produtos ali mesmo e podendo comprar online usando a internet da loja. Várias empresas já estão se preparando para esse novo comportamento do cliente e desenvolvendo a estrutura comercial para vender seus produtos em multicanais (ominichannel), que permite você comprar online e retirar na loja, devolver na loja se não gostar do produto, comprar na loja e entregar online, dentre várias opções. As grandes redes de magazines já estão preparadas para essa evolução das compras e da mudança de comportamento dos consumidores.

Para os pequenos negócios ainda é difícil, mas é importante ficar atento ao que está acontecendo no mercado e tentar aproveitar a oportunidade. Aconselho pesquisar na internet palestras sobre o tema, assistir as palestras do Vtex Day, no site, eles disponibilizam as palestras que debatem os temas mais importantes da venda online, que são: as plataformas; marketing digital; logística; meios de pagamento e fidelização dos clientes; a importância das redes sociais; assim como uma boa foto pode ajudar na venda. Não poderia deixar de citar a equipe da Xtechque são excelentes e com atendimento nota 10, a plataforma oferece muitas configurações o que ajuda muito o empreendedor que está iniciando sua loja.

O Brasil possui uma população muito grande sem acesso a internet, algo próximo dos 50% segundo o SEBRAE, o que mostra uma grande oportunidade, quando esse número diminuir teremos um grande percentual da população com acesso as compras online.

Ao pensar em abrir um negócio online, procure se capacitar sobre o mercado e uma boa dica é o site do SEBRAE que possui muito material e cursos online para o planejamento do seu negócio.

No próximo artigo aprofundaremos mais sobre os passos para se planejar e abrir um negócio online.
Fiquem com Deus e até mais.

Um abraço.

Nivaldo J Silva, diretor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste,
diretor do e-Commerce www.LuGuicommerce.com.br

terça-feira, 31 de julho de 2018

MVP Canvas by Sandra Elisabeth

Com apoio da Sýndreams, Sandra Elisabeth, especialista em Lean Startup com 2 livros publicados sobre o tema, disponibilizou ferramenta prática para construção do MVP (Produto Mínimo Viável).


Para fazer download do arquivo em formato PDF, acesse:

Lean Startup e MVP

A metodologia Lean Startup propõe "uma síntese entre a visão da empresa (ou startup) e que os clientes aceitariam: não se render ao que os clientes acham que querem ou dizer aos clientes o que eles devem querer, e sim o que precisam" (RIES, 2012). O ciclo do Lean Startup é construir, medir e apreender.

Contraposição do ciclo PDCA com a metodologia Lean Startup (ELISABETH e CALADO, 2017, p.84).
Sandra Elisabeth, especialista internacional em Lean Startup, publicou dois livros sobre o tema em co-autoria com Robsom Calado (versões em inglês e português):
Um dos principais desafios da metodologia é definir qual o produto minimo viável que o cliente está disposto a comprar. A ferramenta proposta por Sandra Elisabeth auxilia a construção do MVP identificando:
  • Público-alvo (clientes);
  • Principais valores para os clientes;
  • O que o produto oferece para atender cada valor;
  • Recursos disponíveis; e
  • Tarefas para finalizar o MVP.
De forma prática e distribuição com Licença Creative Communs, o MVP Canvas pode ser utilizado sozinho ou interligado com outras ferramentas gerenciais como o Business Model Canvas, SWOT, Oceano Azul entre outras.

O MVP Canvas é utilizado pela Sýndreams com startups e empresas de diversos setores para desenvolverem seus produtos ou serviços. Como ferramenta de inovação auxilia também as áreas de empresas a criarem soluções rápidas com os recursos disponíveis.

Para fazer download do arquivo em formato PDF, acesse:
http://sandraelisabeth.com.br/mvp-canvas-design-by-sandra-elisabeth/





terça-feira, 24 de julho de 2018

Quais são os principais custos de marketing?

Por Sandra Elisabeth


Em outros momentos já conversamos sobre o que é marketing. Hoje quero falar sobre os custos de marketing.

É comum os empreendedores misturarem custos de marketing com custos variáveis de produção, principalmente quando o produto é na verdade a prestação de serviços.

A teoria diz que custos variáveis são os envolvidos diretamente na fabricação do produto e serviço e custos de marketing são as saídas de caixa que auxiliam a empresa vendê-los.


Foto de rawpixel
Para facilitar, postarei abaixo os principais custos de marketing:


Produto
  • P&D,
  • Desenvolvimento,
  • Inovação.
 Preço
  • Estudo de preços no mercado
  • Descontos oferecidos
 Promoção
  • Propaganda e publicidade,
  • Visita a parceiros,
  • Manutenção do carro usado nas visitas de parceiros,
  • Material usado nas visitas para parceiros,
  • Cartão de visita,
  • Redes Sociais,
  • Agência de publicidade.
 Praça
  • O aluguel pode ser considerado parte do custo de marketing quando a localização do imóvel é situação sine qua non para a existência do empreendimento.
 Vendas
  • Porcentagem paga aos representantes de vendas,
  • Materiais usados em vendas,
  • Custos de combustível, pedágio, quando a viagem é para visitar o cliente,
  • Manutenção do carro usado pela equipe de vendas.
É importante separar estas despesas, pois assim o empreendedor passa a saber exatamente quanto está investindo em cada centro de custos e comparar os resultados obtidos em cada um deles.

Digo investindo, pois cada um destes custos precisa obrigatoriamente dar retorno a empresa.

E por isto separamos custos de marketing - que oferece retorno financeiro e de vendas - dos custos variáveis, que são aplicados diretamente na fabricação.

Para o fluxo de caixa, não há diferenças no resultado final, mas esta simples ação facilita e melhora a tomada de decisão!

terça-feira, 17 de julho de 2018

Quanto custa captar recursos em uma startup?

Por Sandra Elisabeth


Captar recursos é sempre uma tomada de decisão importante na empresa, seja ela uma startup ou uma grande empresa. Sabemos que existem várias possibilidades e fontes de recursos, desde as oferecidas por bancos até a possibilidade de lançar ações na bolsa de valores.

Mas qual a melhor opção? Captar recursos de terceiros ou de investidores?


Foto de rawpixel
Antes de qualquer resposta, é importante ressaltar que ambos possuem vantagens e desvantagens:


Buscar recursos com terceiros exige que a empresa seja organizada financeiramente e consiga gerar fluxo de caixa suficiente para pagar a dívida na data combinada e ainda consiga arcar com os juros cobrados.

Já no caso de captar investimentos (investidores anjos ou venture capital), requer que a startup não tenha dívidas trabalhistas ou com o governo e que demonstre capacidade de pagar dividendos à estes.

Veja que em ambos os casos, terceiros e investidores, existe a expectativa de ganhar mais sobre o dinheiro emprestado ou investido, seja em formato de juros ou de dividendos.

Isto é muito importante no momento da decisão, pois muitos empreendedores partem do pressuposto que o investidor está “dando dinheiro” para o negócio, quando a realidade é muito diferente.

Dependendo do caso é muito mais difícil trabalhar com o dinheiro do investidor, devido as exigências e cobranças que este terá do que com recursos de terceiros (bancos).


Por isso, antes de tomar esta decisão faça as contas, analise cada ponto de vantagem e desvantagem e lembre-se que independente do modelo escolhido você vai sim ter que pagar “juros” do dinheiro captado.