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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Sýndreams apoia evento NJE CIESP Campinas

A Sýndreams Aceleradora apoiou o Ideathon e Happy Learning promovido pelo Núcleo de Jovens Empreendedores do CIESP Campinas que aconteceu no final de novembro de 2019.



Confira mais: https://www.ciespcampinas.org.br/site/noticias/1385/2019/12/ideathon-no-ciesp-campinas-traz-jovens-do-senai-sp-para-o-desafio-do-empreendedorismo/

No dia 28 de novembro, a equipe do Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) do CIESP-Campinas, em parceria com o Departamento da Micro, Pequena e Média e Acelera FIESP, realizou o Ideathon com tema "Incentivando o empreendedorismo feminino nas indústrias".

  












Foto CIESP Campinas

No encerramento do evento foi realizado pelo Núcleo de Jovens Empreendedores do CIESP-Campinas o Happy Learning com o tema "Empreender está em seu DNA".

Mediado pela Cristiane Ming (fundadora da Digipaper) entrevistou Danielle Ming Valent, a 1ª mulher mecânica de motos de Campinas e Camila Tashiro, Embaixadora da FIJE (Federação Ibero Americana de Jovens Empresários) e da CONAJE (Confederação Nacional de Jovens Empresários).







segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Boas festas e um ótimo 2020, repleto de realizações e conquistas!

A Sýndreams Aceleradora de startups e empresas agradece aqueles que acreditam no nosso trabalho e que juntos conseguimos alcançar os bons resultados para todos.

Para 2020 nossa principal meta continua sendo ampliar o resultado de nossos clientes: empreendedores, startups e empresas. Juntos temos a certeza que estamos gerando desenvolvimento econômico, pessoal, social e contribuindo para o país. 


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Futurecom 2019: Sýndreams participa de painel sobre startups

A Sýndreams Aceleradora, representada pelo Diretor Stéfano Carnevalli foi convidada para participar de um painel sobre startup e empreendedorismo no Brasil, durante a Futurecom 2019.



Moderado por Philipe Moura (KPMG), o evento aconteceu na areana 4Corp e promoveu discussões sobre como destravar o empreendedorismo e a inovação no nosso país, o papel da academia, e a importância da mudança de mindset.



Além de Stéfano Carnevalli (Sýndreams), participaram Adam Nockel, Arilo Claudio Dias Neto, Cassio Spina (Anjos do Brasil), Daniel Plotrino (FIESP), Gustavo B. Garcia, Jorge Fernando Negrete P., José Carlos de Souza Jr. (Instituto Mauá), Marcelo Lima Ribeiro, Paula Lima e  William Franco (Natura).




O destaque da Futurecom 2019 foram as tecnologias de IOT e a implantação do 5G no Brasil.

INTEL

HUAWEI

NEC

QUALCOMM

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Análise de viabilidade econômica para investimentos

Por Sandra Elisabeth

Em 1976, Matsunaga propôs que para as empresas do agronegócio as análises financeiras fossem realizadas através do levantamento dos custo operacional efetivo, custo operacional total, remuneração do capital e faturamento total.
Para Matsunaga, 1976 (p.132) o custo operacional efetivo (COE) “compõe-se de todos os itens de custos considerados variáveis ou despesas diretas e é representado pelos dispêndios em dinheiro, em mão de obra, sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis, reparos, alimentação, vacinas, medicamentos, juros bancários, impostos e taxas”.
Para obter-se o custo operacional total (COT), o autor sugere que adicione-mos ao  COE a depreciação dos bens duráveis e o pró-labore dos sócios (MATSUNAGA, 1976).
E o custo total (CT), nesta metodologia, é o resultado da somatória do COT com a remuneração do capital e do empresário que se obteria caso o investimento do dinheiro fosse em banco ao invés de ser na produção (MATSUNAGA, 1976).
            Batalha (1997) considera que as atividades agrícolas são uma extensa rede de agentes econômicos que vão desde a produção de insumos, transformação industrial até armazenagem e distribuição agrícola.


Figura 01: Cadeia Produtiva
Fonte: Adaptado de BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997

Compreender isto é importante, pois significa que diversas indústrias também fazem parte da cadeia do agronegócios, e por isso, podem se beneficiar da metodologia proposta por Matsunaga (1976).
Porém, não são apenas as do seguimento do agronegócios que podem se beneficiar desta metodologia, já que a proposta inicial é medir a viabilidade econômica de um empreendimento de maneira mais simplificada e coerente.
Startups que ainda não tem bem definido os custos fixos e variáveis podem utilizar-se da proposta de Matsunaga (1976) para prever se vale ou não a pena continuar investindo na ideia.
A análise principal que é feita sob estas informações se divide em Margem Bruta, Líquida e Lucro. Entendendo-se como Margem Bruta a diferença entre as Receitas e o COE.
Já a Margem Líquida é a diferença entre Receita e COT.
O ponto alto desta análise é a forma que é feito o cálculo do Lucro, onde Matsunaga propõe que se desconte da Margem Líquida o custo da oportunidade do dinheiro, ou seja, soma-se aos custos totais o quanto a empresa poderia estar ganhando caso tivesse colocado todo o investimento em um rendimento bancário ao invés de construir a empresa e pagar os fornecedores.
Só depois desta análise Matsunaga (1976) considera que o empreendimento tem lucro.
Ora, se a empresa está rendendo menos que a Poupança ou outro Fundo de Investimento, financeiramente não faz sentido continuar com o negócio!
É um método um tanto doído, principalmente quando o empresário não quer desistir do empreendimento, por isso é uma análise que deve ser feita com cautela, baseada em dados reais e possíveis.
Atualmente utilizamos esta ferramenta para fazer as análises financeiras das empresas aceleradas e das startups, e tem funcionado! Os empreendedores e empresários passaram a ter uma visão mais objetiva do que o futuro aguarda versus os desafios que precisarão enfrentar!


Referências Bibliográficas


BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997.

MATSUNAGA, M. et al. Metodologia de custo de produção utilizada pelo IEA. Agricultura em São Paulo, São Paulo, 1976.