Páginas

terça-feira, 31 de julho de 2018

MVP Canvas by Sandra Elisabeth

Com apoio da Sýndreams, Sandra Elisabeth, especialista em Lean Startup com 2 livros publicados sobre o tema, disponibilizou ferramenta prática para construção do MVP (Produto Mínimo Viável).


Para fazer download do arquivo em formato PDF, acesse:

Lean Startup e MVP

A metodologia Lean Startup propõe "uma síntese entre a visão da empresa (ou startup) e que os clientes aceitariam: não se render ao que os clientes acham que querem ou dizer aos clientes o que eles devem querer, e sim o que precisam" (RIES, 2012). O ciclo do Lean Startup é construir, medir e apreender.

Contraposição do ciclo PDCA com a metodologia Lean Startup (ELISABETH e CALADO, 2017, p.84).
Sandra Elisabeth, especialista internacional em Lean Startup, publicou dois livros sobre o tema em co-autoria com Robsom Calado (versões em inglês e português):
Um dos principais desafios da metodologia é definir qual o produto minimo viável que o cliente está disposto a comprar. A ferramenta proposta por Sandra Elisabeth auxilia a construção do MVP identificando:
  • Público-alvo (clientes);
  • Principais valores para os clientes;
  • O que o produto oferece para atender cada valor;
  • Recursos disponíveis; e
  • Tarefas para finalizar o MVP.
De forma prática e distribuição com Licença Creative Communs, o MVP Canvas pode ser utilizado sozinho ou interligado com outras ferramentas gerenciais como o Business Model Canvas, SWOT, Oceano Azul entre outras.

O MVP Canvas é utilizado pela Sýndreams com startups e empresas de diversos setores para desenvolverem seus produtos ou serviços. Como ferramenta de inovação auxilia também as áreas de empresas a criarem soluções rápidas com os recursos disponíveis.

Para fazer download do arquivo em formato PDF, acesse:
http://sandraelisabeth.com.br/mvp-canvas-design-by-sandra-elisabeth/





terça-feira, 24 de julho de 2018

Quais são os principais custos de marketing?

Por Sandra Elisabeth


Em outros momentos já conversamos sobre o que é marketing. Hoje quero falar sobre os custos de marketing.

É comum os empreendedores misturarem custos de marketing com custos variáveis de produção, principalmente quando o produto é na verdade a prestação de serviços.

A teoria diz que custos variáveis são os envolvidos diretamente na fabricação do produto e serviço e custos de marketing são as saídas de caixa que auxiliam a empresa vendê-los.


Foto de rawpixel
Para facilitar, postarei abaixo os principais custos de marketing:


Produto
  • P&D,
  • Desenvolvimento,
  • Inovação.
 Preço
  • Estudo de preços no mercado
  • Descontos oferecidos
 Promoção
  • Propaganda e publicidade,
  • Visita a parceiros,
  • Manutenção do carro usado nas visitas de parceiros,
  • Material usado nas visitas para parceiros,
  • Cartão de visita,
  • Redes Sociais,
  • Agência de publicidade.
 Praça
  • O aluguel pode ser considerado parte do custo de marketing quando a localização do imóvel é situação sine qua non para a existência do empreendimento.
 Vendas
  • Porcentagem paga aos representantes de vendas,
  • Materiais usados em vendas,
  • Custos de combustível, pedágio, quando a viagem é para visitar o cliente,
  • Manutenção do carro usado pela equipe de vendas.
É importante separar estas despesas, pois assim o empreendedor passa a saber exatamente quanto está investindo em cada centro de custos e comparar os resultados obtidos em cada um deles.

Digo investindo, pois cada um destes custos precisa obrigatoriamente dar retorno a empresa.

E por isto separamos custos de marketing - que oferece retorno financeiro e de vendas - dos custos variáveis, que são aplicados diretamente na fabricação.

Para o fluxo de caixa, não há diferenças no resultado final, mas esta simples ação facilita e melhora a tomada de decisão!

terça-feira, 17 de julho de 2018

Quanto custa captar recursos em uma startup?

Por Sandra Elisabeth


Captar recursos é sempre uma tomada de decisão importante na empresa, seja ela uma startup ou uma grande empresa. Sabemos que existem várias possibilidades e fontes de recursos, desde as oferecidas por bancos até a possibilidade de lançar ações na bolsa de valores.

Mas qual a melhor opção? Captar recursos de terceiros ou de investidores?


Foto de rawpixel
Antes de qualquer resposta, é importante ressaltar que ambos possuem vantagens e desvantagens:


Buscar recursos com terceiros exige que a empresa seja organizada financeiramente e consiga gerar fluxo de caixa suficiente para pagar a dívida na data combinada e ainda consiga arcar com os juros cobrados.

Já no caso de captar investimentos (investidores anjos ou venture capital), requer que a startup não tenha dívidas trabalhistas ou com o governo e que demonstre capacidade de pagar dividendos à estes.

Veja que em ambos os casos, terceiros e investidores, existe a expectativa de ganhar mais sobre o dinheiro emprestado ou investido, seja em formato de juros ou de dividendos.

Isto é muito importante no momento da decisão, pois muitos empreendedores partem do pressuposto que o investidor está “dando dinheiro” para o negócio, quando a realidade é muito diferente.

Dependendo do caso é muito mais difícil trabalhar com o dinheiro do investidor, devido as exigências e cobranças que este terá do que com recursos de terceiros (bancos).


Por isso, antes de tomar esta decisão faça as contas, analise cada ponto de vantagem e desvantagem e lembre-se que independente do modelo escolhido você vai sim ter que pagar “juros” do dinheiro captado.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Empreendedorismo: a profissão do futuro

Por Sandra Elisabeth


Existe uma preocupação muito grande com relação a qual será a profissão do futuro, o que o jovem que está estudando hoje fará daqui a 10 ou 15 anos.

Sabemos que é uma pergunta difícil de responder, porém algo é muito claro: o senso de empreendedorismo fará diferença entre os que vão se manter em um emprego e os que estarão fora do mercado.

Foto de João Silas
Em uma pesquisa recente da Economist Intelligence Unit foi levantado as principais competências que devem ser aprendidas hoje para lidar com o mundo em transformação.

A primeira delas é liderança; espera-se que mais do que simplesmente saber trabalhar em equipe profissional do futuro saiba liderar uma equipe e também se auto liderar.

A segunda competência levantada é a de senso empreendedor, ou seja, ter coragem de correr alguns riscos, ter atitude, ser auto gerenciável e principalmente saber lidar com os altos e baixos do mercado, atuando como o empreendedor em seu local de trabalho.

Além destas duas habilidades será necessário ainda que o profissional do futuro tenha a interdisciplinaridade; habilidades digitais; seja criativo; tenha senso analítico e ainda uma consciência global e cívica.

Tudo isso significa dizer que independente da carreira escolhida e do conhecimento técnico que se tenha; as habilidades e atitudes empreendedoras farão diferença para quem desejar ter os melhores empregos e melhores salários do futuro.

Isso não significa dizer que as habilidades técnicas deixam de ser necessárias, mas que elas passam a ser secundárias na rotina do trabalho diário do profissional do futuro.

Lembrando que as profissões que dependam única e exclusivamente de técnicas, tais como cálculo, análise de leis, leituras ou preenchimento de documentos; praticamente serão extintas, restando apenas as que dependam do pensamento humano e da tomada de decisão, características muito comuns nos empreendedores.