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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Análise de viabilidade econômica para investimentos

Por Sandra Elisabeth

Em 1976, Matsunaga propôs que para as empresas do agronegócio as análises financeiras fossem realizadas através do levantamento dos custo operacional efetivo, custo operacional total, remuneração do capital e faturamento total.
Para Matsunaga, 1976 (p.132) o custo operacional efetivo (COE) “compõe-se de todos os itens de custos considerados variáveis ou despesas diretas e é representado pelos dispêndios em dinheiro, em mão de obra, sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis, reparos, alimentação, vacinas, medicamentos, juros bancários, impostos e taxas”.
Para obter-se o custo operacional total (COT), o autor sugere que adicione-mos ao  COE a depreciação dos bens duráveis e o pró-labore dos sócios (MATSUNAGA, 1976).
E o custo total (CT), nesta metodologia, é o resultado da somatória do COT com a remuneração do capital e do empresário que se obteria caso o investimento do dinheiro fosse em banco ao invés de ser na produção (MATSUNAGA, 1976).
            Batalha (1997) considera que as atividades agrícolas são uma extensa rede de agentes econômicos que vão desde a produção de insumos, transformação industrial até armazenagem e distribuição agrícola.


Figura 01: Cadeia Produtiva
Fonte: Adaptado de BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997

Compreender isto é importante, pois significa que diversas indústrias também fazem parte da cadeia do agronegócios, e por isso, podem se beneficiar da metodologia proposta por Matsunaga (1976).
Porém, não são apenas as do seguimento do agronegócios que podem se beneficiar desta metodologia, já que a proposta inicial é medir a viabilidade econômica de um empreendimento de maneira mais simplificada e coerente.
Startups que ainda não tem bem definido os custos fixos e variáveis podem utilizar-se da proposta de Matsunaga (1976) para prever se vale ou não a pena continuar investindo na ideia.
A análise principal que é feita sob estas informações se divide em Margem Bruta, Líquida e Lucro. Entendendo-se como Margem Bruta a diferença entre as Receitas e o COE.
Já a Margem Líquida é a diferença entre Receita e COT.
O ponto alto desta análise é a forma que é feito o cálculo do Lucro, onde Matsunaga propõe que se desconte da Margem Líquida o custo da oportunidade do dinheiro, ou seja, soma-se aos custos totais o quanto a empresa poderia estar ganhando caso tivesse colocado todo o investimento em um rendimento bancário ao invés de construir a empresa e pagar os fornecedores.
Só depois desta análise Matsunaga (1976) considera que o empreendimento tem lucro.
Ora, se a empresa está rendendo menos que a Poupança ou outro Fundo de Investimento, financeiramente não faz sentido continuar com o negócio!
É um método um tanto doído, principalmente quando o empresário não quer desistir do empreendimento, por isso é uma análise que deve ser feita com cautela, baseada em dados reais e possíveis.
Atualmente utilizamos esta ferramenta para fazer as análises financeiras das empresas aceleradas e das startups, e tem funcionado! Os empreendedores e empresários passaram a ter uma visão mais objetiva do que o futuro aguarda versus os desafios que precisarão enfrentar!


Referências Bibliográficas


BATALHA, M. O. Gestão agroindustrial. São Paulo: Atlas, 1997.

MATSUNAGA, M. et al. Metodologia de custo de produção utilizada pelo IEA. Agricultura em São Paulo, São Paulo, 1976.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Premiação Desafio Universal Music Brasil

A Universal Music Group em parceria com o Núcleo de Empreendedorismo da USP organizaram o O Music Innovation Challenge, que desafiou estudantes universitários a reinventar a interação entre fãs e artistas no ambiente digital.


No dia 26 de outubro aconteceu a apresentação dos pitchs dos grupos e a banca de jurados selecionou o grande vencedor.


Os diretores da Sýndreams Aceleradora, Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli estiveram presentes convidados pela equipe organizadora da Universal Music Brasil, Mariana Otero e Cláudio Vargas.


As equipes foram pré-selecionadas e participaram de 4 dias de treinamentos onde desenvolveram a ideia até transformar em um protótipo. Os resultados finais geraram ​modelos de soluções que atenderam características como: capturar informações, engajar fãs, propor e estimular conexões entre outras relacionadas ao tema.

A banca de jurados, formado por diretores da Universal Music, investidores, contou também com a presença da cantora Raquel Virgínia da banda "As Bahias e a Cozinha Mineira", que ressaltou que negócios relacionados a música precisam começar com emoção e ser divertido. A banda composta por Assucena Assucena, Raquel Virgínia e Rafael Acerbi reforça a importância diversidade e multiplicidade para desenvolvimento da Economia Criativa.

Mais sobre:
https://desafiouniversal.com/


terça-feira, 29 de outubro de 2019

Mesa Tendência, MESA SP, Entomofagia: oportunidades e alta gastronomia.

A Chef Andreia Pimentel e a Diretora da Sýndreams, Sandra Elisabeth, realizaram palestra no Congresso Mesa SP 2019 com o tema "Entomofagia: não é o futuro, é agora". 


Fotos: Divulgação Prazeres da Mesa - Raphael Criscuolo

A chef e apresentadora do programa Cardápio Surpresa, no SBT, Andreia Pimentel, mostrou no Mesa Tendências que a utilização de insetos na alimentação não é futuro: hoje é realidade. "O consumo de insetos é uma questão de alimento sustentável, já que consome de recurso natural apenas 10% do que um mamífero e se alimenta de resíduo orgânico, além de possuir alto teor de proteína", diz. Hoje já existem fazendas de insetos voltadas para alimentação do homem e de animais.




Com um tom humorado, a Chef Andréia Pimentel mostrou diversos tipos de insetos que já são consumidos em mais de 30 países ao redor do mundo, reforçando a importância deles fazerem parte do equilíbrio nutricional alimentar. O público que lotou o auditório no Memorial da América Latina, ainda pode provar os canapés, a aranha caramelizada e os petiscos com grilos, preparados em alta gastronomia pela Chef e sua equipe durante a palestra.




Equipe Chef Andréia Pimentel

Sandra Elisabeth, Diretora da Sýndreams Aceleradora de startups e empresas, apresentou um cenário de oportunidades e novos negócios que envolvem áreas de Agricultura, Economia Criativa (Gastronomia) e Inovação Industrial com os novos processos de fabricação e tecnologias da Industria 4.0 nesse setor.





A Sýndreams Aceleradora de startup está auxiliando e orientando empresários que querem investir nesse setor.  Atualmente já trabalha com dois empreendedores da região de Mogi Guaçu - SP que estão começando a produzir insetos em escala.


Chef Bruno Guardino, Chef Andreia Pimentel e Sandra Elisabeth.

Outra startup importante que a Sýndreams está auxiliando e que a Chef Andréia destacou no evento é a Asas & Cores que está fazendo um trabalho educativo de preservação de joaninhas. "Estas não são para comer, elas têm um papel enorme na natureza como bio defensivos naturais. Precisamos preservá-las".


Saiba mais:


Mesa SP
https://prazeresdamesa.uol.com.br/mundo-mesa/eventos/mesasp/

Chef Andréia Pimentel
http://andreiapimentel.com.br/

Sýndreams Aceleradora
www.syndreams.com.br

Asas&Cores - Kit Joaninho
www.asasecores.com.br

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Diretores da Sýndreams, Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli foram painelistas no SENAI – Mogi Guaçu

Por Sýndreams

Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli participaram como painelistas no painel sobre IoT e Indústria 4.0, dia 16 de outubro, no SENAI em Mogi Guaçu. O painel faz parte das ações do CIESP – NJE Campinas (Centro da Indústria do Estado de São Paulo – Núcleo Jovem Empreendedor).

Além de Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli, diretores da Sýndreams, participaram do painel Giovani Machado, diretor da Teknova e Ricardo Tafas, especialista em gestão de P&D e Inovação na Repo Consultoria e Outsourcing.



No bate papo os painelistas discutiram os meios necessários para iniciar os processos de IoT e Indústria 4.0 nas empresas, qual o tipo de profissional que atende a estas necessidades, quais as tecnologias se adaptam a cada negócio e todo o necessário para fazer destes temas realidade nas empresas.

A seguir, algumas fotos do evento.





segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Tema do Mesa São Paulo 2019 será Cozinha de Transição: novos significados para um planeta em mutação

Por Sýndreams


A Chef Andreia Pimentel, parceira e mentora da Sýndreams, fará uma palestra sobre Entomofagia no painel Mesa Tendência durante o congresso Mesa São Paulo 2019.

Com o tema “Insetos: a entomofagia não é futuro, é agora!” a Chef Andreia divide o palco com a Diretora da Sýndreams, Sandra Elisabeth, para falar dessas tendências e oportunidades de novos negócios.

Além do uso de insetos na alta gastronomia e os números do mercado, a proposta será mostrar porquê é um bom investimento investir em negócios com proteína de insetos. A Chef Andreia Pimentel promete que haverá degustação de insetos para quem desejar no final da palestra!

A Sýndreams Aceleradora está auxiliando investidores e empresários a investirem nessa área que engloba setores da Agricultura e da Economia Criativa.




O Mesa São Paulo 2019 é um dos eventos mais aguardados da gastronomia e acontecerá de 24 a 27 de outubro, no Memorial da América Latina.



Programação Dia 26/10



segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Trilha da Inovação: Inovação no Mundo

Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer


O mundo está em constante mudança! As pessoas estão mudando seus hábitos de consumo e de convivência. Estas mudanças muitas vezes chocam os mais conservadores ou os que não conseguem acompanhar as inovações presentes no nosso dia a dia.

Os avanços tecnológicos colocaram a Inteligência Artificial a disposição de qualquer pessoa, na palma da mão delas.

Apesar de sabermos disto, os dados do GII 2019 apontam que houve uma desaceleração no processo de inovação no mundo devido a dois fatores importantes: a. crise econômica mundial que faz com que as empresas diminuam seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento e b. a adoção desigual de inovação no mundo, ou seja, enquanto em alguns países se discute novas formas de se ir para a Lua, outros ainda precisam resolver questões mais urgentes como a fome.

O GII 2019 comparou as despesas mundiais em pesquisa e desenvolvimento entre os anos de 1996, 2006 e 2017, e foi possível verificar que com exceção da China, os demais países tem investido muito pouco (proporcionalmente) em inovações.

Figura 01: Comparação das despesas mundiais em pesquisa e desenvolvimento entre os anos de 1996, 2006 e 2017

Fonte: GII, 2019, p. 4
Nas grandes economias, em 20 anos, houve um crescimento de aproximadamente 90% nos investimentos em inovação. Porém, nos países de economias médias, como o Brasil (sem a China) é possível identificar um aumento médio de 195% nos investimentos em inovação.


É claro que se compararmos os números reais, ainda é muito pouco o que se investe em inovação nos países de economias médias!

O assustador é o quanto a China vem investindo em inovação!

Em 1996 ela investia em média 17 milhões de dólares em inovação. 20 anos mais tarde, ela passou a investir 403 milhões de dólares em projetos inovadores. Um aumento de aproximadamente 2.370% nos investimentos.

Se continuarmos neste patamar de investimentos em inovações, em breve teremos uma China muito mais fortalecida e com produtos de altíssima qualidade. Olhar para este gráfico e entende-lo do ponto de vista econômico e industrial justifica as ações e preocupações dos Estados Unidos em relação à China.

Inovar é mais do que apenas desenvolver novos nomes para a Inteligência Artificial do seu aplicativo, é criar e desenvolver coisas que ainda não existem e que as pessoas pagarão para ter!

Investir em pesquisa e desenvolvimento é o primeiro passo para um país impulsionar a inovação, e assim melhorar sua competitividade internacional.


REFERÊNCIAS

GII. History Of The Global Innovation Index. Global Innovation Index. Disponível em https://www.globalinnovationindex.org/about-gii#history. Acesso em 24 ago. 2019



segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Campinas: Ranking Connected Smart Cities 2019

por Stéfano Carnevalli

A cidade de Campinas, interior de São Paulo, ficou em 1º lugar no ranking Connected Smart Cities 2019.  Com objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil, o Ranking, elaborado pela Urban Systems, traz indicadores que qualificam as cidades mais inteligentes do País.

CSC Ranking Connected Smart Cities elaborado pela Urban Systems Brasil

No ranking Campinas (SP) é reconhecida por ser polo universitário, polo tecnológico, polo de
inovação e região industrial com forte apelo logístico e de distribuição:
• 1ª no recorte de Economia.
• 1ª no recorte de Tecnologia e Inovação.
• 2ª no recorte de Empreendedorismo.
• 3ª no recorte de Governança.
• 4ª no recorte de mobilidade e acessibilidade.

Esse destaque é acompanhado pela Sýndreams Aceleradora de startups e empresas que contribuiu com a pesquisa que além da cidade de Campinas, destacam-se ainda as cidades de Piracicaba, Valinhos, Vinhedo, Americana, Limeira, Rio Claro, Paulinha, Hortolândia, Indaiatuba, Araras e Jaguariúna.



Para os investidores parceiros da Sýndreams, esses são indicadores importantes, pois refletem em novos potenciais de mercado, principalmente nas áreas de Inovação Industrial, Economia Criativa e Agronegócio.

O Ranking é composto por 11 eixos temáticos e 70 indicadores que se conectam entre si, apontam relevância em mais de um eixo analisado. Verificando o indicador empreendorismo, percebe-se um aumento em relação aos anos anteriores, o que mostra o protagonismo das cidades em gerar novas empresas e startups.



Estar presente na cidade de Campinas é estratégico para a Sýndreams Aceleradora que está buscando parceiros internacionais para ampliar a sua atuação e potencializar novas startups na região.

Confira o relatório Connected Smart Cities 2019 completo, acessando:

https://conteudo.urbansystems.com.br/csc_urban_atual


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Resumo do mês de agosto e setembro

Por Sýndreams


Os meses de agosto e setembro foram bem movimentados para a diretora da Sýndreams – Sandra Elisabeth.

Durante este período ela ministrou oficinas e palestras no interior de São Paulo!

No dia 30 de agosto aconteceu a palestra “Planejamento Estratégico Lean” no 4º EPEP – Encontro Paulista de Engenharia de Produção em Marília, onde falou para mais de 300 pessoas!

No dia 02 de setembro foi a vez de Bragança Paulista receber Sandra Elisabeth com a oficina de Modelo de Negócios Pessoal, realizada para os alunos de Engenharias da Universidade São Francisco, onde Sandra Elisabeth também é professora!

Já nos dias 03 e 04, ela realizou a oficina Criando produtos inovadores com a metodologia lean em Campinas e Itatiba, respectivamente, como parte do I CCET (Congresso de Ciências Exatas e Tecnológicas) promovido pela Universidade São Francisco.

A seguir algumas fotos dos eventos que contaram com a participação de Sandra Elisabeth!

















segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Startups x empreendedores x sucesso: como unir para conquistar?

Por Sandra Elisabeth


Uma startup de sucesso é aquela que validou seu produto, serviço e modelo de negócios no mercado e está ganhando dinheiro com suas vendas!


É claro que para isto acontecer é necessário preparo e disciplina por parte dos empreendedores e planejamento por parte da startup.

Sem estes itens é difícil sobreviver na atual conjuntura economica e de concorrência, já que a todo momento surgem novas tecnologias e produtos, não é mais possível “filosofar” se uma ideia será ou não boa, se vai ou não dar certo!


É preciso colocar a “mão na massa”, criar e testar no mercado para validar a ideia que se teve. Este processo tem que durar no máximo três meses! Qualquer coisa superior a este prazo corre o risco de morrer prematuro ou ainda de ser engolido pela concorrência!

Não faz muito tempo, um aluno me questionou sobre uma tecnologia específica que “poderia” existir para facilitar a vida dele! Uma semana depois, eu recebi um e-mail de apresentação de uma startup que já estava desenvolvendo tal tecnologia!

Se tudo acontece muito rápido, o planejamento também o deve ser, ou seja, continuamos precisando nos planejar, porém com mais velocidade e acertividade.



O Planejamento Estratégico Lean (uma junção do Lean Startup, Análise SWOT, Canvas, MVP, 5W2H e Orçamento Financeiro) oferece a possibilidade de planejar e executar o planejado em três meses, devido as etapas acontecerem simultaneamente.

Este modelo é testado e validado continuamente nas startups e empresas que passam pelo processo de pré-aceleração e aceleração da Sýndreams Aceleradora. O objetivo é bem claro: ao final do processo de pré-aceleração é obrigatório ter-se um produto ou serviço para vender. Já na aceleração, o objetivo é a startup ter ganhado tração!

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Trilha da Inovação: Inovação no Brasil


Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer


Em julho de 2019 foi publicado o Índice Global de Inovação (IGI), uma pesquisa publicada anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que tem como objetivo capturar as facetas multidimensionais da inovação e fornecer as ferramentas que podem ajudar na adaptação de políticas para promover o crescimento do produto a longo prazo, melhor produtividade e crescimento do emprego (GII, 2019). 

O relatório de 2019 mostrou que o Brasil caiu 2 posições de 2018 para 2019, estando na 66ª posição e perdendo para países como Uruguai (62ª) e Chile (51ª). Esta posição do Brasil, significa que o Brasil recebeu uma nota de 33,82; o Uruguai 34,32 e o Chile 36,64 de uma possibilidade de 0-100. O primeiro colocado neste Ranking foi a Suíça com 67,24 pontos e uma nota de 67,24.

Mas porque o Brasil caiu duas posições em tão pouco tempo? Devido a piora na avaliação dos insumos para inovação, que são o conjunto de ferramentas disponíveis no país para o desenvolvimento da inovação, que de acordo com o Relatório de Índice Global de Inovação, trata-se de:

1. Existência de uma relação positiva e estatisticamente significativa entre o tamanho da economia e o desempenho da inovação que indica essa escala e, portanto, um grande mercado que é capaz de sustentar as atividades de inovação com a demanda da inovação.
2. Economias com uma cesta de exportação diversificada que se estende além de algumas commodities são mais inovadoras.

Porém, nem tudo está perdido, o Brasil tem avançado nos resultados da inovação, saindo da posição 70º para a 67º, significando que melhorou a qualidade da inovação, medido por qualidade das universidades locais, internacionalização das invenções e qualidade de publicações científicas.

Perceba que a inovação perpassa pelo sistema educacional e de pesquisa acadêmica, o qual precisa ser reconhecido e buscado pelas empresas e startups para ampliar os resultados de desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

No atual momento econômico e histórico que vivemos inovar passa a ser decisivo para o crescimento e desenvolvimento de um país, empresa ou startup; e para o Brasil não é diferente.

Após uma leitura atenta ao Índice Global de Desenvolvimento fica claro que diferente do que o senso comum pode pensar, mudar o cenário de inovação do Brasil não é uma tarefa apenas das empresas, mas também das políticas públicas, que podem impulsioná-las investindo em educação, pesquisa e desenvolvimento.


REFERÊNCIAS

Cornell University, INSEAD, and WIPO. The Global Innovation Index 2019: Creating Healthy Lives—The Future of Medical Innovation. Ithaca, Fontainebleau, and Geneva, 2019. Disponível em https://www.wipo.int/edocs/pubdocs/en/wipo_pub_gii_2019.pdf. Acesso em 24 ago 2019.

GII. History Of The Global Innovation Index. Global Innovation Index. Disponível em https://www.globalinnovationindex.org/about-gii#history. Acesso em 24 ago. 2019

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Sandra Elisabeth faz palestra do 4º EPEP – Encontro Paulista de Engenharia de Produção

Por Sýndreams

O 4º. Encontro Paulista de Engenharia de Produção promovido pela Associação Paulista de Engenharia de Produção (SPepro) tem como objetivo debater os assuntos recentes e relevantes sobre o tema “Startups, Inovação e Engenharia de Produção”.

E nossa sócia diretora foi convidada para falar sobre “Planejamento estratégico lean”.

Durante a palestra Sandra Elisabeth ressaltou que uma “Startup precisa descobrir a coisa certa a se criar, que os clientes pagarão para ter” e que para isto acontecer é necessário planejar, porém sem perder tempo e com o mínimo recurso disponível, pois caso algo dê errado a startup tem tempo e fôlego financeiro para recomeçar, pivotar ou mesmo parar o empreendimento.

Para auxiliar neste processo, Sandra Elisabeth apresentou a ferramenta do Canvas MVP, que auxilia no desenvolvimento do produto mínimo viável, baseando-se no Business Model Canvas.

A seguir, algumas fotos do evento: