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segunda-feira, 3 de junho de 2019

NJE CIESP Campinas >> Análise de Dados na Indústria 4.0

Semana da Indústria CIESP Campinas "Transformação Digital: Análise de Dados na Indústria 4.0"

O Núcleo de Jovens Empreendedores do CIESP Campinas realizou na Semana da Indústria 2019  o workshop "Transformação Digital: Análise de Dados na Indústria 4.0".



A abertura do evento contou com a participação de José Alfeu Arruda Cabral (2º Vice Diretor do CIESP Campinas) e Edson José de Oliveira (Coordenador do NJE CIESP Campinas).



O evento foi mediado por Stéfano Carnevalli, Diretor da Sýndreams Aceleradora, que trouxe aos participantes uma dinâmica de conteúdo e interação, simulando a análise de dados para tomada de decisão de uma indústria.




O evento trouxe especialistas que apresentaram diversos temas relacionados com análise de dados, confira:


  • Brayan Ksenhuck (AMBEV) >> "Análise de Dados na Indústria 4.0"


  • Ricardo Tafas (REPO Aceleradora de Produtos) >>  "Cloud or Edge Computing" 



  • Júlia Tessler - IFOOD  >> "Data Science"




  • Adriano Marson (TOTVS IP) >> "Inteligência Artificial" 



  • Raphael Peruccini (SIMPLES DATA - Microsoft Partner) >> "Self Service BI - Power BI"



Os participantes em grupos analisaram dados de uma indústria e tomaram uma decisão sobre o ajuste do orçamento para o próximo ano. Com recomendações e a percepção que mais informações ajudam a tomar melhores decisões.









ARQUIVOS PALESTRAS

Semana da Indústria 2019 - NJE Campinas
Fotos: Acervo CIESP Campinas, Acervo Sýndreams, Acervo TOTVS IP.

Reconnhecimento internacional do método de aceleração e pré-aceleração da Sýndreams Aceleradora

Por Sýndreams


O método Lean Startup desenvolvido por Eric Ries e Steve Blank em 2012 para planejar uma startup, com o pensamento de reduzir custos e tempo no desenvolvimento de um novo produto utilizando-se de designer think e produto mínimo viável foi amplamente divulgado e utilizado por diversas aceleradoras no mundo todo, inclusive no Brasil.

Porém, fomos mais longe e com base no lean startup e no bussines model Canvas desenvolvemos nosso próprio método de planejamento, intitulado Planejamento Estratégico Lean.

Esta metodologia engloba além das ferramentas já mencionadas, outras como análise SWOT, 5W2H e planejamento financeiro para identificação de ponto de equilíbrio e valuation.

Desenvolvemos este método em 2013 e em 2015 ele se transformou no livro “Transformando ideias em negócios lucrativos: aplicando a metodologia lean startup no Brasil”, já que nesta primeira versão o objetivo era “traduzir” um método 100% americano para algo 100% brasileiro.

Com o passar do tempo e com o reconhecimento que as orientações que estavam no livro funcionavam, a editora pediu que publicássemos uma segunda edição, mais robusta e atualizada, já que o primeiro livro ficou por 6 meses consecutivos dentre os mais lidos no Rankin da Amazon!

Então em 2017, lançamento o “Planejamento Estratégico Lean: start up no Brasil”, muito mais que uma revisão do primeiro livro, um método de desenvolvimento de novos produtos, serviços e modelos de negócios comprovadamente eficaz, que foi testado em mais de 500 negócios diferentes, trazendo resultados positivos para todos os empreendedores que o utilizaram.

A cada revisão o método ficou mais brasileiro, com as características do nosso empreendedor e de acordo com a cultura empreendedora de nosso país!

Por isso, o reconhecimento internacional de que o método funciona, é eficaz e eficiente!

Para quem ainda não conhece o método do Planejamento Estratégico Lean, ele é bem simples:
  • Análise do mercado
  • Modelo de negócios
  • MVP – Produto mínimo viável
  • Plano de ação
  • Levantamento das prioridades
  • Plano financeiro
  • Desenvolvimento do Pitch

 Vamos praticar?!

terça-feira, 28 de maio de 2019

Trilha de Inovação: Ideia, invenção e inovação

Por Sandra Elisabeth e Celso Carrer

Uma ideia pode ser interpretada como um pensamento e até mesmo como a representação deste (BARBIERI; ÁLVARES, 2011). Isto significa, que ter uma ideia é o primeiro passo para o desenvolvimento de uma inovação, mas isto apenas não basta.

Já a invenção é a transformação da ideia em algo palpável. Em outras palavras, trata-se do desenvolvimento da ideia, ou seja, um passo antes da inovação (Figura 01), diferenciando-se desta pela quantidade de etapas à serem cumpridas. Esta atividade se apresenta como planos, fórmulas, modelos, protótipos, descrições, entre outros meios capazes de apresentar a ideia pensada de maneira palpável (BARBIERI; ÁLVARES, 2011).

Ter ideias criativas e transformá-las em invenções não é suficiente para dizer que existe inovação, pois INOVAÇÃO é quando uma ideia atende às necessidades e expectativas do mercado e se torna viável do ponto de vista econômico e sustentável, oferecendo retorno financeiro às empresas. Deste modo, inovação é transformar conhecimento em dinheiro (Geoff Nicholson - 3M, 2014).

Figura 01: Caminho da inovação

Fonte: Adaptado de Barbieri e Álvares (2011)


De acordo com Oliveira (2005), o conhecimento é formado pela transformação do dado em informação e esta última em conhecimento, sendo dado qualquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a uma tomada de decisão.

A informação é o dado trabalhado que permite uma tomada de decisão consciente e pensada. O conjunto destas informações gera conhecimento para o desenvolvimento e até mesmo antecipação das decisões.

Ter a informação possibilita ações corretivas, já o conhecimento gera movimentos preditivos. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, o termo predição está relacionado com a ação de afirmar, antecipadamente, o que poderá ocorrer num momento futuro.

Quando Nicholson (2014) afirma que inovar é transformar conhecimento em dinheiro, ele diz que “a ideia brilhante”, que deixará o inventor rico, só é possível quando existe conhecimento.

Ainda, quanto mais disruptiva for a inovação, mais conhecimento é necessário! E não apenas o conhecimento técnico de como fazer o produto, mas exige-se também um conhecimento do mercado, do cliente, da necessidade de quem vai consumir o que está sendo desenvolvido.

Devido esta amplitude de conhecimento que envolve o processo de inovação, não é mais possível afirmar que este ocorre apenas no Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de uma empresa e é de responsabilidade exclusiva dos engenheiros.

Pensar desta forma é ser limitado quando o assunto é inovação! De acordo com Trías de Bes e Kotler (2011) as fontes de inovação são diversas e estão espalhadas por todos os departamentos de uma organização, incluindo seus stakeholders.

Estamos chegando ao final da sexta onda de inovação, de acordo com Joseph Schumpeter (1997). Como podemos perceber na Figura 2, as primeiras ondas duravam muitos anos e tinham um baixo impacto inovador na sociedade. Com o passar do tempo, esta curva se inverte, e agora esta onda inovativa dura cada vez menos tempo e tem um impacto cada vez maior em nosso dia a dia.
  
Figura 02: Ondas de inovação


Fonte: Adaptado de Schumpeter (1997)


Observando as ondas de inovação proposta por Schumpeter (1997) é possível verificar por exemplo que levou-se 60 anos para a força hidráulica ser substituida pela energia á vapor, porém em apenas 10 anos a biotecnologia tradicional surgida entre 1980 e 1990 já foi substituída pela biotecnologia verde. 

Resumidamente, o conhecimento é o gerador de ideias, que geram invenção e culminam em inovação quando esta atende as necessidades e expectativas do cliente!

REFERÊNCIAS:

BARBIERI, José Carlos, ÁLVARES, Antonio Teixeira, CAJAZEIRA, Jorge Reis. Gestão de Idéias para Inovação Contínua. São Paulo: Bookman, 2011.

SCHUMPETER, Joseph Alois. Teoria do Desenvolvimento Econômico, uma investigação sobre lucro, capital, crédito, juros e o Ciclo Económico. São Paulo: Nova Cultural, 1997.

TRÍAS DE BES, Fernando; KOTLER, Philip. A Bíblia da Inovação. São Paulo: Lua de Papel, 2011

NICHOLSON, Geoff. O que é inovação. 3M Inovação. 15 mai 2014. Disponível em https://3minovacao.com.br/aprenda/cursos/o-que-e-inovacao. Acesso em 19 abr. 2019.

OLIVEIRA, Djalma de Rebouças. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Atlas, 2005

PREDITIVOS. In: DICIO, Dicionário Online de Português, definições e significados de mais de 400 mil palavras. Todas as palavras de A a Z. Disponível em: https://www.dicio.com.br/preditivo/ Acesso em: 11 mai. 2019.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Sandra Elisabeth e Chef Andréia Pimentel fazem Workshop de Planejamento Estratégico Pessoal no XXV Encontro de Iniciação Científica da Universidade São Francisco

Por Sýndreams


No último dia 08 de maio, a mentora e diretora da Sýndreams Sandra Elisabeth, que também é professora da Universidade São Francisco (USF), juntamente com a Chef Andréia Pimentel, do quadro “Cardápio Surpresa” do Programa da Eliana e Coordenadora do Núcleo de Empregabilidade e Empreendedorismo da USF realizaram o Workshop de planejamento estratégico pessoal - Business Model You.

Durante o Workshop Sandra Elisabeth e Andréia Pimentel frisaram a importância de se planejar o futuro pessoal, passando pelas 9 fases do Busisses Model You, proposto por Tim Clark em 2011.



Segue abaixo algumas fotos e um depoimento das facilitadoras Sandra Elisabeth e Andréia Pimentel:












Depoimento das Facilitadora Sandra Elisabeth e Andréia Pimentel: